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02 outubro 2018

DIÁRIO DE GRAVIDEZ | 1º TRIMESTRE

Oi gente!
Tem sido muito legal compartilhar nas redes sociais essa nova e encantadora fase da minha vida que é a gravidez! Recebo várias perguntas e dicas de vocês pelo Instagram e eu tenho amado essa interação.
Pra contar como foram os primeiros meses de gestação eu gravei um vídeo "Diário de Gravidez" do 1º trimestre. Embora eu tenha descoberto a gravidez com 9 semanas e meia, eu tive vários sintomas e sentimentos que achei bacana compartilhar e deixar registrado. Vem assistir!



Espero que tenham gostado! Farei vídeo do 2º e 3º trimestre também.
Ah, podem sugerir quais vídeos e posts relacionados à maternidade que vocês gostariam que eu fizesse.
Um super beijo e até o próximo post! ❤

01 outubro 2018

TUDO É CULPA DA ESCOLA

Vi esse texto no Facebook e achei bacana compartilhar aqui, para que nós famílias possamos fazer uma reflexão a respeito. Eu não sei de quem é a autoria, caso alguém souber, peço por favor, que comentem abaixo para que eu possa dar os devidos créditos. 

Tudo é culpa da escola

tudo é culpa da escola-texto

A criança chega na escola sem tomar banho, com a roupa suja e cheiro forte, os demais alunos se afastam dele pelo cheiro, e a culpa é da escola. 
A criança não come em casa, chega na escola e passa mal, e a culpa é da escola. 
A criança não consegue falar, tem problemas de fono, e a culpa é da escola.
A criança não consegue lidar com a frustração, bate e xinga quando contrariado, e a culpa é da escola.
A criança não sabe ouvir não, corre o tempo todo, e quando cai, a culpa é da escola. 
A criança ganha o material do governo, leva para casa e não traz nunca mais, ficando sem ter material para usar em sala de aula, e a culpa é da escola. 
A criança se distrai brincando, esquece de ir ao banheiro, faz xixi na roupa e não tem outra peça para trocar, e a culpa é das escola.
A criança ganha uniforme, que é igual ao dos demais 700 alunos da escola, e a mãe não põe nome, ele perde, e a culpa é da escola. 
A criança tem dificuldade de aprendizagem, os responsáveis nunca assinam os bilhetes, não aparecem em nenhuma reunião, e a culpa é da escola. 
A criança leva o livro para fazer lição de casa, demora três meses para trazer de volta, e a culpa é da escola.
A criança vê a mãe gritando, apontando o dedo no rosto do professor, ela por sua vez faz a mesma coisa, afinal aprende com o exemplo, e a culpa é da escola.
A professora ficou doente, aliás professor se não me engano também é gente, e a culpa é da escola.
A escola depende de regras para contratar funcionários, e se vira com os que tem, mas a culpa é da escola.
A escola tem que tratar todos os alunos com direitos iguais, mas cada pai enxerga o seu como sendo o único e melhor do que qualquer outro, e a culpa é da escola.
A criança falta quase o ano todo, a escola toma as providências de encaminhar, e tem que correr para dar compensa de ausência, mesmo sem ter justificativa das faltas, e a culpa é da escola.
Os professores tiram dinheiro do bolso para investir em sua formação, são no mínimo 15 anos de estudo e constante aperfeiçoamento, e são chamados de filhos ... E a culpa é da escola 
São 35 alunos em sala de aula, 5 horas por turma falando, explicando, resolvendo conflitos, ensinando, se preocupando, e no final do dia abre a porta da sala, e da de cara com um pai de aluno gritando com ela, em frente aos demais alunos, ela tem que se manter calma, proteger os demais alunos, se proteger, e tentar entender o que está acontecendo, mas isso é culpa da escola.
Se tudo acontece na escola, tudo a escola tem que resolver, tudo a escola tem que responder. Então não precisa mais existir família. Façamos uma escola e deixemos as crianças lá, do nascimento até a fase adulta. Assim, a sociedade toda pode abrir mão de suas responsabilidades. Afinal tudo é culpa da escola.

(Autor desconhecido).

28 julho 2016

POR QUE HOMENS NÃO DEVERIAM AJUDAR EM CASA?

Oi gente!
Dias atrás rolando pela timeline do meu Facebook encontrei um texto muito legal que fala exatamente o que eu penso sobre os homens "ajudarem" em casa. Como gosto de abordar temas como casa, família e relacionamentos aqui no Blog, vim compartilhar esse texto com vocês. Leiam com atenção.

Homem lavando louça

POR QUE HOMENS NÃO DEVERIAM “AJUDAR” EM CASA

Um amigo veio a minha casa tomar café, sentamos e conversamos, falando sobre a vida. A um certo ponto da conversa, disse: “Vou num instante lavar os pratos que ficaram por lavar”.
Ele olhou para mim como se eu lhe tivesse dito que ia construir um foguete espacial. Então ele me disse, com admiração mas um pouco perplexo: “Ainda bem que você ajuda a sua mulher, quando eu o faço a minha mulher não elogia. Ainda na semana passada lavei o chão e nem um obrigada.”
Voltei a sentar-me com ele e lhe expliquei que eu não ajudo a minha mulher. Como regra, a minha mulher não necessita de ajuda, ela tem necessidade de um sócio. Eu sou um sócio em casa e por via dessa sociedade as tarefas são divididas, mas não se trata certamente de um apoio à casa.
Eu não ajudo a minha mulher a limpar a casa porque eu também vivo aqui e é necessário que eu também limpe.
Eu não ajudo a minha mulher a cozinhar porque eu também quero comer e é necessário que eu também cozinhe.
Eu não ajudo a minha mulher a lavar os pratos depois da refeição porque eu também usei esses pratos.
Eu não ajudo a minha mulher com os filhos porque eles também são meus filhos e a minha função é ser pai.
Eu não ajudo a minha mulher a estender ou a dobrar a roupa, porque também é roupa minha e dos meus filhos.
Eu não sou uma ajuda em casa, sou parte da casa. E no que diz respeito a elogiar, perguntei ao meu amigo quando é que foi a última vez que, depois da sua mulher acabar de limpar a casa, tratar da roupa, mudar os lençóis da cama, dar banho aos filhos, cozinhar, organizar, etc., ele lhe tinha dito obrigado?
Mas um obrigado do tipo: wow!!! Minha querida esposa! Você é fantástica!!!
Isso te parece absurdo? Está te parecendo estranho? Quando você, uma vez na vida, limpou o chão, você esperava no mínimo um prêmio de excelência com muita glória… Porquê? Nunca pensou nisso, amigo?
Talvez porque para você é um dado adquirido que tudo seja tarefa dela?
Talvez você se tenha habituado a que tudo isto seja feito sem que você tenha de mexer um dedo? Então elogia-a como você queria ser elogiado, da mesma forma, com a mesma intensidade. Dá uma mão, se comporte como um verdadeiro companheiro, não como um hóspede que só vem comer, dormir, tomar banho… Sinta-se em casa. Na sua casa.

(Texto escrito por um Homem, autor desconhecido.)


E vocês, o que pensam sobre o assunto? Deixe aqui sua opinião!

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Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.
1 Timóteo 4:16-16

08 maio 2016

MÃE E FILHA | ESPECIAL DIA DAS MÃES


Ally Arruda e mãe

Oi gente!!
No Especial Dia das Mães 2016 eu gravei um vídeo com a minha mãe!!! É o primeiro vídeo com ela, por isso ele é ainda mais especial! Gravamos a TAG Mães e Filha, onde ela responde 10 perguntas sobre mim! 

Bora conferir?




Perguntas:
01. Como eu era quando criança?
02. O que você acha dos meus vídeos?
03. Fale uma coisa engraçada que eu fiz quando eu era mais jovem;
04. Você aprendeu alguma coisa sobre maquiagem/beleza comigo?
05. Diga um hábito estranho meu;
06. Se você tivesse que mudar o meu nome, qual seria?
07. Quando nós saímos para comer o que eu sempre peço?
08. Diga uma coisa que você gostaria que eu fizesse;
09. O que eu faço que mais te incomoda?
10. Diga uma coisa pela qual eu sou obcecada.


Gostaram do vídeo com a participação da minha mãe?


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Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Efésios 6:1

03 fevereiro 2016

O super poder de uma mãe

Todas as mães ganham super poderes quando os bebês nascem. 
O poder da audição, quando seu bebê faz qualquer barulhinho você escuta, às vezes esta na casa de alguém e a pessoa diz que não ouviu e seu bebê realmente está lá com seu papo ou resmungo.
O poder do sono leve, antes você dormia e podia cair o mundo inteiro e você estava lá dormindo feito uma pedra, agora qualquer barulho e você já está de pé no quarto do seu filho em frações de segundos, poder da velocidade da luz.
O poder da visão, enxergar seu filho de longe, e até mesmo antes dele se direcionar, você já sabe qual será o próximo passo ou o próximo alvo das mãos curiosas.
Poder do reflexo, com outras crianças você não tinha a mesma velocidade, agora é automático, quase sem pensar o corpo reage para proteger sua cria.
O poder da adivinhação, decifrar choros, resmungos, irritação, risos e alegrias, porque ninguém melhor que você pra conhecer seu filho.
O poder de entender a língua deles, todo aquele blá blá blá e você sabe exatamente o que ele está falando, como?
O poder da paciência, nem precisamos mais contar até 10.
Poder da memória, porque só a mãe sabe onde estão todas as coisas.
O poder de encantar, fazer seu filho sorrir só em ver seu rosto, fazer ele parar de chorar quando você o pega no colo, fazer ele dormir com seu cheiro.
O poder de ser feliz, depois de um dia ruim, uma noite mal dormida e você tem lá sua felicidade plena para sempre.
O poder de amar, o mais poderoso de todos, aquele que não te deixa fraquejar, que te faz ser melhor a cada dia, que te faz a melhor mãe que seu filho pode ter, a mãe perfeita pra ele.
Quem é mãe com super poderes? 





Tairine Vieira, 23 anos, mãe, curitibana, viciada em Grey’s Anatomy e ariana. Não tenho preconceitos com músicas, filmes ou qualquer coisa que seja. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada, por isso estou aqui. Certa vez analisaram minha caligrafia, e disseram que a letra não encosta na linha porque eu sonho demais, o que é verdade, afinal, pés no chão, não é comigo. Eu acredito que o ser humano é movido a paixões, amores e sonhos. Tenho um enorme defeito, rir de tudo que não posso e na hora errada. Costumo me dar ao luxo de passar os domingos de pijama vendo séries e filmes o dia todo. Sou fissurada em fotografias, e amo enxergar a simplicidade nos pequenos detalhes.

27 janeiro 2016

DIVÓRCIO POR CAUSA DE "LOUÇAS NA PIA"

Oi, gente, tudo bem?

Eu li essa semana em um blog (Mamãe Plugada) uma reflexão que me chamou a atenção e quero compartilhar com vocês. Quem é casada provavelmente vai se identificar muito.

 Divórcio por causa de “louças na pia”


Hoje li um texto sensacional de um pai que vive em Ohio, chamado Matt, que divorciou-se de sua esposa por que, segundo ele, deixava louças na pia. Ele escreve para seu Blog Must Be This All to ride.
Lendo assim, dessa forma fria, parece banal, né? Terminar um relacionamento, uma família, por conta de uma coisa tão simples de ser resolvida num diálogo. Mas eu admirei demais o relato dele, afinal, nosso dia a dia é formado por coisinhas simples e o que elas representam para cada um dos envolvidos num relacionamento como pessoas.

 “Parece tão irracional quando colocado dessa forma: Minha esposa me deixou porque eu deixo louças na pia, né? Na verdade, parece ridículo, e me deixa como uma grande vítima na história do nosso divórcio.

Sempre estamos preparados para apontar o dedo para explicar aquilo que não deu certo, eximindo-nos de nossa culpa, é do ser humano. A gente se justifica: “isso aconteceu por conta disso, daquilo”, nunca por minha culpa. Mas se algo de ruim no relacionamento ocorreu, nunca a culpa é de um dos dois só.

Sim, as vezes eu deixava copos na pia limpinha, recém organizada por ela, a centímetros de distancia da maquina de lavar louças. Tenho ciência que era só abrir a máquina e colocar o copo lá dentro. Não ia doer em mim fazer isso, mas o fazia por que nunca me importei se a pia estava ou não vazia. Aquilo nunca significou absolutamente nada para mim.

A cada copo que eu deixava na pia limpa, ela mudava um pouco mais. A cada copo na pia, maior a proximidade do nosso divorcio. Mas eu não imaginava isso. Eu, de forma teimosa, tentei fazê-la ver as coisas do meu jeito, sobre a minha ótica, de que aquilo não era nada para brigarmos ou esfriarmos nossa relação.

O fato é que os homens não são crianças, apesar de muitas vezes se comportarem como tal. Para o homem é muito importante o sentimento de respeito pelos outros. Sentir que sua esposa o respeita é essencial para que vivam uma vida com um propósito e significado.

 Talvez eu tenha achado que minha esposa devesse me respeitar pura e simplesmente pelo fato de termos assinado um papel de casamento, ou jurado amor eterno. Pensando assim, me poupei de ser merecedor do respeito dela, já que tinha virado obrigação. Mas do fundo do meu coração, nunca associei colocar copos sujos na máquina de lavar louças a conquistar o respeito de minha esposa.

A relação estava justamente no quanto aquele copo sujo na pia limpa era um ato de desrespeito ao que ela acabara de fazer. Me lembro dela dizendo o quão exaustivo era para ela toda hora ficar me dizendo o que fazer. E eu complementava: “Se você me disser o que você quer que eu faça, eu vou fazê-lo com prazer .”

Mas ela não queria ser minha mãe. Ela queria ser minha parceiro, e ela queria que eu a aplicasse todas as minhas capacidades de inteligência e de aprendizagem para o dia a dia de nossas vidas e das famílias.

Ela queria que eu percebesse todas as coisas que precisavam ser feitas (como ela dizia que sempre o fazia), e elaborasse o meu próprio método de gerenciamento destas tarefas.

Quando escutava essas coisas, aquilo me parecia tão irracional…

 Homens podem sim ajudar

Homens vivem inventando máquinas que podem voar em segurança. Estabeleceram a órbita solar e transplantam órgãos. Homens são bom em COISAS, em descobertas racionais, mas são em geral péssimos nessa parte intuitiva, psíquica, e não temos precisão nenhuma em prever como nossas esposas podem se sentir perante alguma situação, porque as respostas emocionais de ambos os sexos tendem a diferir dramaticamente.

“Mas, Matt! Por que raios você deixava o copo na pia limpa ao invés de colocá-lo na máquina de lavar?

Por várias razões:

1.      Eu poderia querer usá-lo novamente.

2.      Eu não me importo se tem um copo na pia, a menos se houvessem clientes a caminho (no caso, na empresa).

3.      Eu nunca vou me preocupar com um copo na pia. NUNCA. É impossível. Aquilo para mim e nada é a mesma coisa.

4.      Há apenas uma razão pela qual eu começaria a me importar com um copo sujo na pia limpa. A lição pela qual aprendi muito tarde: Porque eu amo e respeito minha parceira, e se isso realmente importa para ela, por que não fazê-lo? Entendi que, eu gastar 4 segundos da minha vida para deixar o copo sujo dentro da maquina de lavar poucas significaria que eu respeito os pensamentos e opiniões dela. E partir disso, o respeito/admiração dela por mim estaria a bons passos de ser reconquistados.

 Se voce parar para analisar, não trata-se simplesmente de um copo sujo, de uma coisa banal e sem valor. Olhe profundamente e verá que para ela, pode ser um ato de amor, de compreensão. Se amor é sacrifício, e se estou mudando uma atitude por ela, gastei 4 segundos por esse sacrifício de amor. Agora fala sério gente! Quatro segundos? Isso não parece ser o tipo de coisa mais complicada para fazer (e agradar) a pessoa que mais se sacrificava diariamente por mim e pela nossa família.

Eu não tenho que entender o porque ela se importa com a porcaria de copo sujo.

Eu só tenho que entender e respeitar o que a faz feliz. Em seguida, preocupar-me com ela = colocar vidro na máquina de lavar louça.

Cuidar dela = retirar minhas roupas espalhadas no chão.

Cuidar dela = não sujar o chão que ela trabalhou duro para deixar limpinho.

Cuidar dos meus familiares= começar a observar coisas pequenas, talvez sem importância para os homens, mas que para ela pode significar um tempinho a mais para apenas relaxar um pouco e não se preocupar com nada.

Cuidar dela = “Querida, você quer que eu traga alguma coisa para casa (em meu caminho de volta do trabalho)? ”

Cuidar dela = fazer um milhão de pequenas coisas que dizem “eu te amo” muito mais do que falar essas palavras.

Sim, é simples assim.

O homem capaz de mudar seu comportamento, com coisas simples, que interrompem segundos de sua vida, mesmo sem entender o porque mudar, ou mesmo não concordar com isso (mas fazer), está construindo um processo para um sólido relacionamento.

Os homens querem lutar pelo seus direitos de deixar o copo sujo lá. De lavar quando bem entender ou esperar que ela o faça.

 Homens costumam a pensar: Poxa vida, esposa! Me sacrifico muito por você, pela família, e você vem encrencar por uma porcaria de copo sujo na pia?

 Quando pensar assim, lembre-se que aquele pequeno copo sujo e idiota demora 4s para ser solucionado. Isso vale a harmonia do seu relacionamento? Você quer ter uma noite pacífica ou prefere debater por conta desse pedaço de vidro?

(…)

Um homem nunca tem a intenção de se divorciar de sua esposa porque ela está irritada com sua louça suja. Ele quer que ela concorde com ele, sob sua perspectiva, do quão idiota é aquele copo sujo. Ele espera que ela reconheça isso e concorde com ele, deixando aquele copo lá, para depois.

Porém, ela nunca concordará com essa visão masculina. A situação do copo sujo  representa qualquer atitude que ela sofra em que ela se sinta desvalorizada e desrespeitada pelo marido.

A esposa, por sua vez, também não quer se divorciar de seu marido porque ele deixa copos sujos na pia.

Ela quer divorciar-se dele porque ela se sente como se ele não a respeitasse ou a valorizasse, o que sugere que ele não a ama, e ela não pode contar com ele para ser seu parceiro ao longo da vida. Ela não pode confiar nele. Ela não pode estar segura com ele. Assim, ela deve procurar uma nova situação em que ela possa se sentir segura, valorizada, respeitada e feliz.

Em teoria, o homem quer ganhar esta luta, porque ele acha que está certo (o que eu concordo totalmente): O copo sujo não é mais importante do que a paz conjugal.

Aí muitos me responderiam agora: Se sua esposa pensasse e sentisse como você, ela daria uma chance para que se resolvesse sobre este tema. Infelizmente, a maioria dos caras não sabem que ela não está brigando pelo copo sujo. Ela está lutando por reconhecimento, respeito, valorização e amor próprio.

 (…)

Descobri tarde, como disse acima. Mas hoje me sinto na obrigação de ajudar um homem a solucionar qualquer situação que remeta a essa do copo sujo, em que esteja PROFUNDAMENTE ferindo sua esposa e fazendo-a sentir triste, sozinha, não amada, abandonada, desrespeitada, insegura, etc. … É tão difícil para os homens aceitar que nossa argumentação que pode ser solucionada em segundos, não tem uma raiz tão emocional como a delas?

Pense nisso: Tudo muda para sempre”.

 Texto bom para refletir, né? É realmente muito difícil para os homens entenderem o quão chateadas as mulheres ficam com esse peso de responsável pela ordem do lar que carregamos. E o quão não valorizadas somos por lavar TODA a pia, ao ponto de um copo ser um motivo tão grande de discussao!

 Uma pena que o Matt tenha percebido isso só após o divórcio! Gostei muito da pureza dos sentimentos que ele expôs.

Créditos: Mamãe Plugada

Tairine Vieira, 23 anos, mãe, curitibana, viciada em Grey’s Anatomy e ariana. Não tenho preconceitos com músicas, filmes ou qualquer coisa que seja. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada, por isso estou aqui. Certa vez analisaram minha caligrafia, e disseram que a letra não encosta na linha porque eu sonho demais, o que é verdade, afinal, pés no chão, não é comigo. Eu acredito que o ser humano é movido a paixões, amores e sonhos. Tenho um enorme defeito, rir de tudo que não posso e na hora errada. Costumo me dar ao luxo de passar os domingos de pijama vendo séries e filmes o dia todo. Sou fissurada em fotografias, e amo enxergar a simplicidade nos pequenos detalhes.

20 janeiro 2016

O OUTRO LADO DA MATERNIDADE

Oi, gente. Tudo bem?

Ontem estava vasculhando a internet procurando assuntos referentes à maternidade, e percebi em meio a tantos textos que 90% das mães mentem sobre a maternidade.
Sim, 90% MENTEM! 
Claro que a maioria diz que a maternidade tem seus altos e baixos, mas nenhuma fala a verdade dos “baixos”. Mostram apenas as fotos felizes da família que poderia protagonizar um comercial de margarina, dizem que lidam bem com qualquer situação que aparece, que não se estressam, que os filhos não aprontam, que não passaram por tais fases...  
Uma pesquisa feita diz que as mães mentem sim sobre a criação dos filhos por medo e insegurança, medo do que outra mãe vai dizer, afinal o mundo da maternidade é formado por palpites.
Antes de ter filho, a maternidade parece mil maravilhas, e quando você tem um filho e decide falar se  “mal” da maternidade você vai ser julgada como aquela que não gosta de ser mãe.
As mães acabam contando inverdades para se sentirem mais mães, para serem mães politicamente corretas, esposa e mulher perfeita.
Tem mãe que omite sobre TV, refrigerantes, doces, papinhas industrializadas, desfralde e até babá… Criar um bebê é difícil, muitas vezes trabalhoso, exige muita paciência, disposição, tempo… 
De inicio eu era completamente rígida em vários assuntos referente a maternidade, hoje aprendi a ser mais maleável, e aprendi a assumir isso para mim mesma. 
Eu tive e ainda tenho dias difíceis apesar da Clarinha ser muito boazinha, tem dias que a Maria Clara está chatinha e eu reclamo, me sinto culpada depois. Eu já tentei fazer a Clarinha dormir um pouco mais porque eu estava caindo de sono, já quis voltar a dormir e deixá-la no berço quietinha, mas não consegui...
Já deixei a Clarinha tomar um gole de refrigerante em um almoço de família, já deixei ela um dia sem banho, já deixei ela jantar assistindo TV. Já chorei por querer ser uma mãe melhor, e me sentir carregada de responsabilidade.
Eu tenho meu jeito de criar e minha forma de apego, mas não julgo quem faz diferente, seja a forma de tratar, educar, brincar e costumes os filhos. 
Já fiz tantas coisas que aprendi a falar a verdade e assumir no dia a dia minhas falhas de mãe, e aceitar que ainda cometerei muitos erros. 


É tão difícil ouvir a verdade, que quando ouvimos sentimos um alivio. Você chega a pensar: ufa, eu não sou a única, não me sinto a pior mãe do mundo agora. E a verdade é que até para amigas próximas as mães omitem. 
Maternidade virou quase religião, se alguém não concorda já sai discussão.
Além da culpa que carregamos, sofremos pressão da sociedade em sermos a melhor mãe sempre. 
Às vezes tenho vontade de sair e esquecer de todas as preocupações de mãe. 
E quando falta uma dessas coisas lá vem aquela mãe que nunca reclama, que tem a vida linda e feliz (aham, sei!) te apontar. A maternidade é linda e pode ser levada numa boa, mas temos que assumir: não somos perfeitas e reclamar e enlouquecer um pouco faz parte!

Tairine Vieira, 23 anos, mãe, curitibana, viciada em Grey’s Anatomy e ariana. Não tenho preconceitos com músicas, filmes ou qualquer coisa que seja. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada, por isso estou aqui. Certa vez analisaram minha caligrafia, e disseram que a letra não encosta na linha porque eu sonho demais, o que é verdade, afinal, pés no chão, não é comigo. Eu acredito que o ser humano é movido a paixões, amores e sonhos. Tenho um enorme defeito, rir de tudo que não posso e na hora errada. Costumo me dar ao luxo de passar os domingos de pijama vendo séries e filmes o dia todo. Sou fissurada em fotografias, e amo enxergar a simplicidade nos pequenos detalhes.

07 janeiro 2016

CRIANÇA X ESCOLA

Oi, gente. Tudo bem?
Eis que estou aqui novamente, e agora com a corda toda. Fim de ano foi hiper corrido pra mim por isso fiquei meio afastada do blog, mas agora voltei, e voltei com um assunto totalmente novo pra mim mesma e quero compartilhar com vocês.  O ano mal começou e eu já estou quase enlouquecendo, o motivo disso tudo é que a Clarinha volta para a escola mês que vem e eu tenho que providenciar material escolar, kit higiene, uniforme, mochila e afins.
Clarinha estuda em uma escola particular desde a metade do ano passado, mas como ela iniciou já na metade do ano eu nem precisei comprar material escolar. Então pra mim tudo é novidade agora. Eu estou babando em tanta variedade e tentando me controlar.
 Eu sempre fui a favor de crianças frequentarem a escola desde cedo, pois no meu ver a criança se desenvolve melhor, aprende a lidar com coisinhas do dia a dia, e tem uma rotina (a qual era meio bagunçada quando eu ficava em casa com ela). Não julgo mães que preferem ficar em casa com os filhos até eles iniciarem na pré-escola, mas cada mãe é cada mãe, eu por minha vez, acredito que criança tem que “desbravar” o mundinho que está aí pra ser conhecido, e eu fiz isso, coloquei Clarinha um tanto quanto cedo na escola (1a3m), não tive problema nenhum em deixar ela, pois eu sabia que seria melhor para ela em vários aspectos,  e também não saí triste da escola no primeiro dia em que a deixei lá, pois ela foi feliz da vida e voltou pra casa mais feliz ainda, então só ganhei nesse quesito.
 Enfim, quando eu precisei voltar a trabalhar, liguei em diversas escolas para tirar duvidas e já no telefone eu me desanimava, pois a visita tinha que ser com horário marcado, outras escolas eram distantes demais da minha casa... Até que liguei na escola que atualmente a Clarinha estuda, e tcharam no telefone eu já adorei, o atendimento foi excelente e quando eu fui conhecer a escola eu me encantei! Decidi colocar ela nessa escola por vários requisitos, primeiramente a alimentação, isso pra mim sempre foi o principal. Meu grande medo era colocar a Clarinha em uma escola que a alimentação deixasse a desejar, pois sempre cuidei muito disso, a alimentação da Maria Clara é algo que sou muito conservadora. Aí vem todo o resto, na escola tem aula de musicalização, karate, inglês, espanhol, e vem diversas  apostilas. Tem todo um cronograma a ser seguido, e que eu acho ótimo.
Aí você pensa: isso tudo para uma criança de apenas 1 ano e 3 meses? Ela nem aprender vai..
Engano seu! Aprende sim, e aprende muito.

Experiência de Pais com crianças na escola


Clarinha em 5 meses na escola deu um salto em vários aspectos que me deixa boquiaberta! Eu nunca imaginei que uma escola faria tão bem assim para uma criança, Agora ela completou 1 ano e 9 meses, mas já sabe cantar cantigas inteiras, conta de 1 a 10, sabe me dizer o que quer e o que também não quer, tem discernimento em muitas coisas e o melhor de tudo: ela ADORA ir pra escola.
Quando eu fui à reunião de pais buscar o portfólio dela e conversar com as professoras, voltei para casa com lagrimas nos olhos. Foi só elogios, e assim como eu, as professoras mencionaram o desenvolvimento que ela teve nesse curto período. O que me deixou super feliz é saber do bom entrosamento que ela tem com os coleguinhas, como ela respeita todos e se alimenta bem. Isso são coisas que para uma mãe vale muito.
Clarinha fica das 8h00 as 18h00 na escola, quando eu chego para busca-la, ela está tomada banho, cheirosinha e jantada, uma mão na roda pra mim, embora ela chegue em casa no pique ainda, mas janta,  toma o leitinho, pega a naninha e capota.
Mês que vem inicia as aulas e eu tô super ansiosa, quero saber se vai continuar os mesmos coleguinhas e professoras.  E ela também já está ciente que logo voltara para a escola.

Experiência de Pais com crianças na escola

Minha opinião: compensa sim deixar a criança em uma escola de bom ensino. Eu vejo como um investimento na educação da minha filha, estou tirando o valor do bolso direito para repassar no bolso esquerdo. Claro que tem mães que acham que o filho pode se machucar, que algum coleguinha pode bater e coisas assim. Eu também pensei nisso, mas tenho como pensamento principal: eu não estarei sempre perto da Maria Clara pra tudo, ela precisa aprender a se virar sem mim por perto, eu sei que ela ainda é nova, mas já pode ir aprendendo muita coisa desde já.
Na escola até hoje teve apenas um episodio em que o coleguinha “machucou” a Clarinha com um brinquedo, mas são coisas de criança e a escola tem toda a preparação para lidar com acontecimentos assim.
Bom, agora é só esperar as aulas voltarem para a rotina voltar também.

Tairine Vieira, 23 anos, mãe, curitibana, viciada em Grey’s Anatomy e ariana. Não tenho preconceitos com músicas, filmes ou qualquer coisa que seja. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada, por isso estou aqui. Certa vez analisaram minha caligrafia, e disseram que a letra não encosta na linha porque eu sonho demais, o que é verdade, afinal, pés no chão, não é comigo. Eu acredito que o ser humano é movido a paixões, amores e sonhos. Tenho um enorme defeito, rir de tudo que não posso e na hora errada. Costumo me dar ao luxo de passar os domingos de pijama vendo séries e filmes o dia todo. Sou fissurada em fotografias, e amo enxergar a simplicidade nos pequenos detalhes.

08 outubro 2015

SER FILHA, SER MÃE!

Recentemente uma colega minha perdeu a mãe, e isso me fez pensar em quão doloroso deve ser não ter mais a mãe por perto. Eu sempre fui muito ligada a minha mãe, sempre fomos melhores amigas, e eu sempre contei tudo para ela, e ela por sua vez sempre foi minha cúmplice em muitas coisas. Eu sempre disse que não saberia o que fazer da minha vida se eu perdesse minha mãe, e ainda penso da mesma forma. Minha mãe é uma guerreira, uma mulher a qual quero me espelhar para dar ensinamentos para a Maricota, desejo doar o máximo de tempo para ela, como minha mãe doou para mim. Quero brincar com a Maria Clara de boneca, de casinha, de professora ou seja lá o que for, para que minha filha tenha momentos lindos registrados na memória, assim como eu tenho. Quando eu estava grávida ela foi a primeira pessoa a saber e a me apoiar, foi ela que comprou o primeiro presentinho para a Maria Clara, um sapatinho vermelho que guardo com muito amor. Quando a Maria Clara nasceu ela tirou férias do serviço para poder me ajudar com os primeiros dias, eu não posso dizer que me tornei mãe instantaneamente, mas eu entendi a minha mãe, eu me descobri como filha, e como mãe. Sabe aquela coisa que todas as mães falam, “quando você for mãe você me entenderá” É a mais pura verdade do mundo! 
A minha vontade foi de olhar pra minha mãe e falar o quanto eu sentia muito por cada vez que eu a deixei nervosa, preocupada, pelas respostas mal dadas e por infinitas vezes não entender por que ela agia de tal maneira, cansei de falar pra ela “a mãe da minha amiga deixou, você é uma chata”, de bater boca e sair xingando baixinho, e hoje eu falo pra ela que prefiro ser a mãe chata, quero dar a minha filha a criação que a minha mãe me deu, ela é o meu maior exemplo de mãe, e de avó.
Eu sempre amei a minha mãe, mas não fazia ideia do amor que ELA sentia por mim, apesar de ser muito amada pela minha mãe, o amor de mãe é algo quase impossível de descrever, quantas vezes minha mãe se calou e esperou que eu fizesse algo que ela sabia que não daria certo, mas por amor ela esperou que a vida me ensinasse. Apesar de sabermos que os filhos são criados pra um dia voarem sozinhos, dói de pensar, dói de saber que um dia eles não serão mais nossos bebês, que um dia não poderemos mais protegê-los.
Por mais que ela dissesse “quando eu morrer você vai me valorizar”, eu achava que estava certa, que ela não me entendia, mas EU que não a entendia, graças a Deus eu aprendi a ser filha com a minha mãe aqui pertinho de mim, há tempo de falar pra ela o quanto ela é importante pra mim, o quanto ela me ensinou e se hoje eu sou o que sou, é por que ela foi chata e preocupada, ela foi minha mãe.
Hoje, mesmo eu sendo casada, sinto tanta saudade de quando morava ainda com minha mãe, de todas as vezes as quais ela passava roupa, e eu ficava sentada perto dela conversando, de todas as vezes as quais ela me emprestou roupa e isso acabava sendo motivo para briga, saudades das vezes que deitávamos juntas para assistir filmes, ou então ficávamos conversando sobre séries...
Hoje sinto a necessidade de falar com minha mãe todos os dias, e se eu não falo parece que o dia não é a mesma coisa, minha mãe é o bem mais precioso da minha vida, e eu sou tão grata por Deus permitir que ela esteja comigo, esteja acompanhando o crescimento da Clarinha.

Mãe, hoje meu coração sente o mesmo amor que o seu, eu te amo!

Mães e filhos

Por um mundo onde os filhos valorizem mais suas mães. 



Tairine Vieira, 23 anos, mãe, curitibana, viciada em Grey’s Anatomy e ariana. Não tenho preconceitos com músicas, filmes ou qualquer coisa que seja. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada, por isso estou aqui. Certa vez analisaram minha caligrafia, e disseram que a letra não encosta na linha porque eu sonho demais, o que é verdade, afinal, pés no chão, não é comigo. Eu acredito que o ser humano é movido a paixões, amores e sonhos. Tenho um enorme defeito, rir de tudo que não posso e na hora errada. Costumo me dar ao luxo de passar os domingos de pijama vendo séries e filmes o dia todo. Sou fissurada em fotografias, e amo enxergar a simplicidade nos pequenos detalhes.

24 setembro 2015

O SUSTO E A ALEGRIA MATERNA

Oi, gente. Tudo certinho com vocês? Eu espero que estejam muito bem.

Recebi o convite de escrever aqui no blog, e fiquei muito feliz em poder compartilhar com vocês um pouquinho da minha vida, meus gostos e sonhos. Fiquei super indecisa sobre o que escrever em meu primeiro post. Aí pensei, por que não escrever sobre o meu amor maior? Contarei para vocês hoje sobre meu lado materno.

Eu descobri que estava grávida com 4 meses de gestação.  Creio que estejam  se perguntando: como assim? E os sintomas?

Eu  desconfiei que estivesse com cisto ou algo do gênero, pois ao caminhar eu sentia uma dor e um peso terrível no pé da barriga. Quando consultei um médico, ele me avaliou e com cuidado disse: Tairine, você está grávida, e pelo tamanho do seu útero está com uns 4 meses. Lembro que eu congelei, senti uma onda de calafrio percorrer pelo meu corpo, e eu caí na risada e disse que era impossível, pois eu estava menstruando normalmente e também não tinha nenhum sintoma de gravidez.  Mas não tinha como eu contestar um médico, então eu peguei a guia para solicitar um ultrassom e verificar se estava tudo certinho com o bebê. Quando eu saí da sala dele, entrei em choque. É como se tirassem o chão sob meus pés, afinal, eu tinha acabado de terminar meu namoro, tinha 22 anos e não tinha nada na vida ainda, como é que eu, logo eu poderia estar grávida? Saí do consultório médico e fui ao supermercado e liguei para minha mãe, desesperada, quando ouvi sua voz no outro lado da linha, eu tive uma crise de choro e não conseguia parar, é como se eu pudesse colocar todo o desespero em minhas lágrimas, depois de uns minutos eu  falei entre soluços e lágrimas: mãe, eu tô grávida. Recordo que naquele instante, parecia não haver nenhuma pessoa no supermercado, era apenas eu sozinha ali, com um celular no ouvido, aguardando por uma resposta da pessoa a qual eu sabia que poderia contar. Ela tranquilamente disse: filha, vai ficar tudo bem, se acalme, venha para casa e não se preocupe, isso não é o fim do mundo. O mais engraçado, é que por dentro eu estava desesperada e angustiada, mas por fora eu aparentava estar tranquila, eu não tinha nem sinal de barriga, e não me sentia gravida.

Se em algum momento passou em minha cabeça abortar? Sim! Mas foi um momento tão passageiro, tão rápido que evito lembrar. Eu sempre fui contra o aborto, e pensei, quem sou eu para tirar a vida de um ser eu estou gerando?

No dia seguinte, eu tinha pela frente uma difícil tarefa a ser feita, falar com meu ex-namorado, e correr atrás de pré-natal, o qual eu já estava atrasadíssima. E lidar com o fato de me aceitar gravida.

Quando contei ao Rodrigo que eu estava grávida, ele não quis aceitar a ideia, foi o primeiro momento em que meu chão caiu, o segundo momento, foi quando meu pai  parou de falar comigo ao descobrir a gravidez. O que mais doeu? Não sei dizer até hoje. Foram dores diferentes, eu sabia que poderia criar um filho sozinha, mas eu não queria, e sabia também que um dia meu pai me trataria normalmente, que para ele foi um susto saber que eu estava gravida. Todos reagem de alguma forma, e eu teria que lidar com isso.

Fui a um show com minha melhor amiga, e a convidei para ser madrinha do bebê. Minha mãe comprou o primeiro sapatinho vermelho... Os dias foram passando, e enfim, eu e o Rodrigo nos entendemos e decidimos ficar juntos, nós compramos os móveis para nossa casa, meu pai voltou a falar comigo, fiz o primeiro ultrassom e soube que eu estava esperando uma menina, escolhemos o nome, fiz meu chá de panela, comprei o  enxoval, e arrumamos com carinho o quarto da nossa pequena Maria Clara. Demorei quase dois meses para postar uma foto da minha barriga nas redes sociais, a surpresa das pessoas foi tanta, que eu fiquei sem saber lidar com tantas perguntas e também felicitações.

Quando estava quase no fim da minha gestação, descobri que estava com gravidez de alto risco, fiz diversos exames para sempre verificar se estava tudo bem comigo e com a Maria Clara. Eu estava  quase completando 42 semanas,  e a Maricota não queria vir ao mundo de maneira alguma, quando enfim comecei a sentir contrações. Era 23h do dia 5 de Abril de 2014.

Durante toda a minha gestação, eu li muito sobre maternidade, e enfiei em minha cabeça que eu aceitaria fazer parto normal, porque não queria ter várias camadas de pele cortadas, e diversas outras coisas que eu achava que era aquilo e ponto final. É engraçado quando somos mães de primeira viagem, temos uma opinião e parece que nada no mundo nos fará mudar de ideia. Eu fui para a maternidade, e fiquei sedada por 4hr, eu delirava de dor, e em certo momento a médica foi verificar a minha dilatação e disse para a enfermeira preparar a sala urgente, pois eu havia perdido todo o liquido amniótico.

Eu queria naquele momento poder voltar ao tempo, não queria que a Maria Clara nascesse, pois eu sabia que não estava preparada, queria que alguém estivesse ali comigo me dando apoio, queria poder parar de sentir tanta dor, em certa altura eu até prendia o ar, pois respirar me causava dor. Eu não consigo entender até hoje porque as pessoas que falam que esse momento é mágico. É incrível saber que você está dando a vida à alguém, mas é terrível saber que pra isso, você sente dores que parece vir da alma.

Fiz uma cesariana de emergência, e fiquei ciente todo o momento, e quando a Maria Clara “nasceu” eu ouvi: o cordão está enrolado no pescoço dela. Ela estava quase entrando em sofrimento fetal. A enfermeira pegou a minha pequena princesa e a levou as pressas para uma salinha ao lado. O anestesista que estava comigo, tentava me tranquilizar, mas a Maria Clara não chorava, creio que foram os dois minutos mais longos da minha vida. E novamente tudo o que eu queria era ter alguém ao meu lado para me dizer que tudo ficaria bem, ouvir alguma voz familiar para saber que aquilo tudo o que estava acontecendo passaria e ficaria bem. Quando enfim ela chorou, eles a trouxeram para mim, Maria Clara estava roxa azulada, eu não conseguia chorar, eu fiquei em choque.  Colocaram aquele serzinho minúsculo pesando 2.800kg, em cima do meu peito. Lembro que ela “olhou para mim” , me levaram para o quarto com ela ali enroladinha ainda em um cueiro, e com uma toquinha. Eu não consegui sentir todo aquele amor imensurável o qual eu ouvia as outras mães dizerem, o que eu senti foi medo. Medo por não dar conta de um serzinho tão pequeno e frágil, medo por ser uma péssima mãe, medo por eu fazer algo errado à ela sem eu querer, eu mal sabia cuidar de mim mesma, eu nunca tinha pegado um recém-nascido no colo, e nem me imaginava mãe... Foram tantos pensamentos que rondaram minha cabeça que eu não sabia nem como agir.

Maria Clara nasceu tão pequenina que parecia ser prematura, as roupinhas ficavam enormes nela, eu pude amamenta-la durante apenas um mês, pois ela nasceu com problema de sucção, o que a impedia de conseguir sugar o leite do meu peito. Ela chorava de um lado, e eu do outro. Com os dias passando eu renasci da minha própria filha, eu aprendi com ela a ser melhor, a não ser egoísta e a pensar em outra pessoa antes de pensar mim mesma.

É incrível como um serzinho tão pequenino pode mudar a vida de alguém completamente. Ninguém conta o quanto é difícil você amamentar um bebê, ninguém conta em como é cansativo ficar acordada madrugada adentro, esperando sua bebê terminar de mamar para fazê-la arrotar. Também não contam em como é estressante, em como nos sentimos, em como ficamos horríveis, em como as unhas do bebê crescem tão rápido que você cansa de cortar. Não contam em como é chato a dieta, e como é complicado criar uma nova rotina com uma criança em casa, não contam nada....  Têm tantos livros de experiências maternas por aí, mas só você sendo mãe para entender,  aprender e dar valor na sua própria mãe.

Desde o inicio eu fotografei a Maricota a cada minuto, aproveitei cada cheirinho, cada apertinho da mãozinha minúscula em meu dedo, aproveitei cada banho, preparei com amor e primeira papinha, e cantarolava com amor musiquinhas para ela, fiquei emocionada com o primeiro passo, primeira vez que ela disse mamãe.  E ainda assim sinto tantas saudades. Maria Clara hoje tem 1 ano e 5 meses, e é a pessoinha mais gênio forte, inteligente e linda que conheço. O mundo pára toda vez que ela me abraça, me beija e me chama de mamãe.

Fiz uma carta e espero entregar para a Maria Clara quando ela fizer 10 anos, e o meu sonho de mãe? Ser para a Maricota, o que minha mãe foi e ainda é para mim. Afinal, não existem coisas melhores do que lembranças da infância. Quero que minha filha tenha lembranças tão boas quanto as minhas. Quero que ela se lembre sempre de eu brincando com ela,  de casinha, de boneca, quero fazer desenhos para ela pintar, quero assistir com ela os desenhos que ela gosta, quero ser uma mãe presente e amiga.

E como todas as mães, me sinto culpada, por muitas vezes ter negado um colo, ou algo assim, talvez seja coisa de mãe mesmo, sempre sentir que deve algo para o filho, e está em falta em alguma coisa.

Minha vida mudou por completo, hoje sou casada, mãe, e toda a minha vida passada não pássa de uma mera lembrança boa. Os amigos que eu achei que tinha, se afastaram e ficaram apenas os verdadeiros, os que entendiam que ao invés de poder sair em um sábado, eu tinha roupa de bebê para lavar. Filho de certa forma é um divisor de águas na vida de uma mãe.

Se eu desejo ter outro filho? Com toda a certeza do mundo!

Eu posso me arrepender de várias coisas as quais já fiz, mas jamais me arrependerei de ter sido mãe.

É incrível como quando algo que não estamos preparados acontece em nossas vidas, achamos que será o fim do mundo, mas na verdade é só um novo inicio, um novo ciclo, um novo caminho, e para mim, uma nova vida.

Hoje vejo que passei por tudo e estou firme e forte, o susto da gravidez passou, e hoje tenho uma companheira linda e gordinha pra chamar de minha.

Maternidade - Mãe de Primeira Viagem

Gente, hoje contei para vocês um pouquinho sobre meu lado materno. Me contem se gostaram de saber sobre esse meu lado de mãe.

Espero por vocês semana que vem, com um post incrível

Beeeeijos. ♥


Tairine Vieira, 23 anos, mãe, curitibana, viciada em Grey’s Anatomy e ariana. Não tenho preconceitos com músicas, filmes ou qualquer coisa que seja. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada, por isso estou aqui. Certa vez analisaram minha caligrafia, e disseram que a letra não encosta na linha porque eu sonho demais, o que é verdade, afinal, pés no chão, não é comigo. Eu acredito que o ser humano é movido a paixões, amores e sonhos. Tenho um enorme defeito, rir de tudo que não posso e na hora errada. Costumo me dar ao luxo de passar os domingos de pijama vendo séries e filmes o dia todo. Sou fissurada em fotografias, e amo enxergar a simplicidade nos pequenos detalhes.

20 maio 2015

MEU PRIMEIRO VLOG | Chácara / Aniver Vô / Dia das Mães

Oi genteee! Tudo bem?
Dias atrás decidi gravar um VLOG por 2 motivos: primeiro, eu amo assistir vlogs e ver vídeos assim mais "naturais", mostrando o dia a dia das pessoas e segundo, eu acho incrível a ideia de pensar que daqui a algum tempo eu posso estar revendo (e revivendo) esses dias através da internet :D

De cara já vi que não levo muito jeito pra isso hahahaha, mas posso melhorar com o tempo (eu acho!). Não ficou exatamente como eu queria, na verdade muito longe hahaha. mas decidi postar mesmo assim pois foram dois dias tãão especiais para minha família que eu vou amar ter esses momentos registrados no meu canal. Por isso achei que vale a pena correr o risco hahahaha.

Clica no play e vem passar 2 dias comigo :D



Espero que tenham gostado!
Um super beijo, fiquem com Deus ♥

Se inscrevam no canal e curtam a fanpage =D
Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém.
João 21:25

08 abril 2015

LOOK PASSEIO NO PARQUE

Oi gente! Tudo bem??
No post de hoje eu trago fotos de um passeio que eu fiz no último feriado. Estava fazendo um dia lindo ☼ e fomos eu, meu esposo e um casal de primos ao Parque Barigui, que é lindo de viver. Quem tiver a oportunidade de vir à Curitiba não deixe de ir ao Parque!!

Para esse passeio optei por um look bem descontraído e do meu jeitinho: usei uma blusa cinza de manga longa, shortinho de moletom também na cor cinza, em tom mais claro que a blusa e para dar cor ao look usei tênis vermelho, meu novo xodó e bolsinha rosa.
Adorei a composição. Vejam fotos de como ficou:


Esse dia foi tão especial que chegando lá, vi uma feirinha de adoção de cachorros... E como eu e meu esposo já estávamos procurando um cãozinho para adotar, quando vimos essa coisinha mais linda do mundo não pensamos duas vezes! Trouxemos para casa! Toretto é o nome que demos à ele, por ser muito bravo e marrento, igual ao Toretto de Velozes & Furiosos hahaha.
Vocês verão muito ele por aqui!
Nesse passeio ficamos quase todo o tempo na feirinha de adoção, mas no finalzinho da tarde, ainda deu tempo de brincar um pouquinho :D Com essa vista linda, tem coisa melhor?!

Estou usando:
-Short: Urban&co
-Tênis: Cravo e Canela
-Bolsa: Pink Biju
-Óculos: Uzen Collection

Me contem o que acharam do look e se já tiveram a oportunidade de conhecer o Parque Barigui.
Um super beijo, fiquem com Deus!

Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber;
Porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça; e o Senhor to retribuirá.
Provérbios 25:21-22

11 março 2015

UMA PALAVRA UMA MÚSICA - Desafio com a prima Evellyn

Oi genteeee :p Tudo bem?
Hoje tem vídeo! EEEEE o/ No último domingo postei no Instagram uma foto com minha prima, Evellyn,  contando que ela estava participando de um vídeo comigo, a guria é muito looouca gente hahaha, o vídeo ficou super divertido e hoje vocês vão ver este desafio: uma palavra, uma música

Vem cantar e se divertir com a gente:


E aí pessoal, me contem o que acharam do vídeo :D
Quem quiser gravar o desafio me manda o link para eu ver depois!!!
Super beijo, fiquem com Deus!! 
Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro. 1 João 4:19

04 janeiro 2015

VÍDEO - RESTROSPECTIVA 2014

Oi gente, tudo bem?
Sei que este post está meio atrasado mas só hoje consegui postar. Trago hoje um vídeo fazendo uma retrospectiva de 2014. Conto nele os meus objetivos e metas traçados, o que eu consegui alcançar, o que não... E conto também sobre coisas que marcaram o meu ano de 2014, como não foram só coisas boas já peço desculpas pois fiquei muito emocionada ao falar da morte do meu irmão... E tive que editar muito o vídeo e mesmo assim ainda ficou longo...
Espero que gostem e entendam pois este vídeo é especial, pretendo vê-lo daqui a alguns anos e ficar feliz com minhas realizações!






Quem gostou, clique em gostei e não se esqueça de se inscrever no meu canal! Assim você recebe todas as novidades em primeira mão!

Beijos, fiquem com Deus!
Porque conheço as suas obras e os seus pensamentos; vem o dia em que ajuntarei todas as nações e línguas; e virão e verão a minha glória. Isaías 66:18

12 novembro 2014

TAG IRMÃO

Oi gente! Tudo bem?
Assisti a "Tag Irmão" no Blog da Rayza e gostei tanto, mas tanto, que decidi gravar o vídeo com meu irmão caçula ♥ Ele sempre me incentivou à gravar vídeos, então nada mais justo do que ter a participação dele não é?! Ficou super divertido espero que vocês gostem...


As perguntas: 
1) Quem é mais velho?
2) Qual o apelido entre vocês?
3) Qual era a brincadeira preferida de vocês?
4) Qual é a sua lembrança preferida com o seu irmão?
5) O que irrita o seu irmão?
6) Qual é a comida que sua irmã menos gosta?
7) Qual é a comida que sua irmã mais gosta?
8) Se vocês pudessem viajar para qualquer lugar juntos, para onde iriam?
9) O que seu irmão queria ser quando crescesse?
10) Como você descreve seu irmão em 1 palavra?
11) Qual é a coisa que você queria ter como a outra pessoa (fisicamente)?
12) Com que frequência vocês se falam?
13) Vocês tem alguma piada interna?
14) Quem é mais alto?
15) Qual é a coisa que o seu irmão faz melhor do que você?
16) Qual celebridade a sua irmã te lembra?
17) Qual é o tipo de música preferida da sua irmã?
18) Saltos ou rasteiras?
19) Qual é o filme preferido da sua irmã?
20) O que você mais gosta na sua irmã?



Gostaram gente? Me contem tudo e deixem suas sugestões para o próximo vídeo!
 Beijos, fiquem com Deus! ♥♥

Bendito serás na cidade, e bendito serás no campo. Deuteronômio 28:3
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