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30 julho 2018

ENSAIO CASAL | 5 ANOS DE CASAMENTO


No último dia 27 eu e meu esposo completamos 5 anos de casamento! Nossa, como o tempo voa! Para comemorar essa data tão especial fizemos um ensaio de fotos com o pessoal da Amora Photo. Escolhemos o Jardim Botânico de Curitiba para ser o cenário e o resultado foi incrível! A Samua e o Abner são uns amores, mega divertidos, nos deixaram bem a vontade e até o maridão que não está acostumado a posar para fotos se saiu super bem!

Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo
Ensaio de Casal - Ally Arruda- Amora Photo

Essas fotos estão de suspírar né?  Nós amamos fazer e estamos apaixonados por cada uma delas!

Obs: essas não são todas as fotos, mas eu não resisti e quis postar logo haha. Quem sabe não rola um post parte 2, hein?!

O pessoal da Amora Photo, além de ensaios de casais trabalha com newborn, infantis, gestantes, casamentos e também faz filmagens. Conheça mais o trabalho deles nos links abaixo:


Um super beijo, até o próximo post ❤

27 fevereiro 2018

NÃO SE APEGA NÃO - ISABELA FREITAS | RESENHA

Oi gente!
Quem me acompanha no Instagram viu que eu li o livro Não Se Apega Não da autora Isabela Freitas. Não tenho o hábito de fazer resenhas de livros e o livro não é novo, mas achei bacana compartilhar minha opinião aqui com vocês.

Desapegar: remover da sua vida tudo que torne o seu coração mais pesado. Loucos são os que mantêm relacionamentos ruins por medo da solidão. Qual é o problema de ficar sozinha? Que me desculpe o criador da frase “você deve encontrar a metade da sua laranja”. Calma lá, amigo. Eu nem gosto de laranja. O amor vem pros distraídos.Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar um namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal PER-FEI-TO! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos.Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, das tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado. Isabela Freitas, em seu primeiro livro, narra os percalços vividos por sua personagem para encarar a vida e não se apegar ao que não presta, ainda assim, preservando seu lado romântico. 
Páginas: 256 | Editora: Intrinseca |Ano: 2014

Livro Não Se Apega Não - Isabela Freitas


Não Se Apega Não é o primeiro livro de Isabela Freitas, onde, ela narra os romances de sua personagem Isabela, uma garota de 22 anos que não ficava solteira por muito tempo. A narrativa gira em torno do término de um namoro de 2 anos, que para os amigos de Isabela parecia perfeito... A história é contada no tempo presente, mas em alguns momentos a autora volta ao passado relembrando algumas situações e contando mais sobre os personagens envolvidos. Além disso mescla as narrativas com dicas para os leitores que usem em situações parecidas.


Livro Não Se Apega Não - Isabela Freitas

"Querido cupido, desejo que você morra atingido pela própria flecha!"

Isabela Freitas trata do desapego de uma forma diferente da que estamos acostumados, fazendo com que vejamos as situações de um ângulo diferente.

"Desapego não é desamor."

"Mas não posso aceitar a ideia da total dependência de um namorado; eu preciso aprender a viver sem estar com alguém do meu lado."

Livro Não Se Apega Não - Isabela Freitas

O livro é lindo! Dá pra ver o cuidado que tiveram com cada detalhe. Desde a numeração das páginas até a entrada de cada novo capítulo. Muitíssimo caprichado. Estão de parabéns.

A leitura é muito gostosa, leve, daquelas que a gente se sente pertinho da personagem. O modo com que o livro é escrito também nos aproxima, parece que somos amigas da Isabela. Eu li o livro em algumas horas, nem vi o tempo passar. Para quem gosta de romances e histórias adolescentes vai curtir bastante!

"O mundo gira. Nenhuma tristeza é tão eterna que não deixa um espacinho para a felicidade."


ONDE COMPRAR?

Gostaram da resenha? Já tinham lido esse livro? Querem ver mais resenhas de livros por aqui? Me contem!

19 agosto 2016

TERMINEI MEU NAMORO, E AGORA?

Terminei meu namoro e agora

Vocês que acompanham o Blog sabem que eu amo abordar diversos assuntos por aqui, certo? Uma das coisas que todos temos que aprender a lidar são relacionamentos, e muitas das vezes com o término deles. Sei que não é fácil, principalmente no começo, por isso eu fiz uma listinha com ótimas dicas para você que terminou um namoro e não está sabendo como reagir. É claro que cada um tem um modo de pensar, mas uma dica de amiga e de outro ângulo é sempre bem vinda né?


NÃO FIQUE STALKEANDO
Se o namoro acabou então não tem porque ficar stalkeando, fuçando todas as redes sociais do boy (ou da garota) para saber o que ele faz ou deixa de fazer né gente? E pensem comigo, é muito gasto do seu precioso tempo investigando a vida de alguém que não faz mais parte da sua vida. Use seu tempo em coisas para você, para o seu bem e vai curtir a nova fase!

NÃO MANDE INDIRETAS NAS REDES SOCIAIS
Esse é um outro "erro" muito comum nos términos de namoro. É indireta daqui e dali, alfinetadas pra um lado e pro outro. Independente do que aconteceu para vocês terminarem o namoro, se acabou acabou.  Não perca tempo jogando indiretas no Facebook e Twitter, é imaturo e fica chato para as pessoas que conheceram vocês como um casal agora verem vocês se alfinetando. Até porque indiretas não leva a nada né? Se ele estiver mandando para você ignore, deixe ele queimar a cara sozinho.

Terminei meu namoro e agora

APROVEITE MAIS MOMENTOS COM SUA FAMÍLIA E AMIGOS
Quando a gente namora é comum acabarmos dedicando mais tempo ao namorado e deixando a família e amigos um pouco mais de lado. Que tal aproveitar essa fase pós namoro para recompensar as pessoas que você ama?

TENHA UM NOVO HOBBIE
Se você está naquela fase deprê nada melhor do que encontrar um novo hobbie, pode ser um esporte, uma série viciante, algo novo que você gostar muito. Assim você distrai e tira o pensamento do ex!

Terminei meu namoro e agora

SAIA PARA SE DIVERTIR
É uma dica ótima! Fará você se distrair e talvez se divertir como não se divertia há um bom tempo! MAS vá para lugares que você realmente gosta, faça coisas que você realmente curte e se divirta fazendo, não faça coisas apenas para fazer check-in e mostrar "que está por cima"! 

O MUNDO NÃO GIRA EM TORNO DELE(A)
Sei que após o término é comum ficarmos pensando muito no ex, mas é bom lembrar que o mundo não gira em torno dele, portanto, nada de  só falar dele, respirar ele... 

VIDA NOVA!!
Não é fácil superar um término de namoro, mas com as dicas acima fica um pouco mais fácil! Também é preciso entender que a vida é feita de ciclos, uns se encerram para que outros possam iniciar. A vida não acaba porque seu namoro acabou, você apenas começa uma nova fase!

Eu espero que vocês sigam essas dicas, superem esse término e sejam muito felizes na vida de solteiro(a)!

Dê sua opinião
O que você acha sobre as típicas reações pós término de namoro? Tem alguma outra dica para dividir com a gente?

27 janeiro 2016

DIVÓRCIO POR CAUSA DE "LOUÇAS NA PIA"

Oi, gente, tudo bem?

Eu li essa semana em um blog (Mamãe Plugada) uma reflexão que me chamou a atenção e quero compartilhar com vocês. Quem é casada provavelmente vai se identificar muito.

 Divórcio por causa de “louças na pia”


Hoje li um texto sensacional de um pai que vive em Ohio, chamado Matt, que divorciou-se de sua esposa por que, segundo ele, deixava louças na pia. Ele escreve para seu Blog Must Be This All to ride.
Lendo assim, dessa forma fria, parece banal, né? Terminar um relacionamento, uma família, por conta de uma coisa tão simples de ser resolvida num diálogo. Mas eu admirei demais o relato dele, afinal, nosso dia a dia é formado por coisinhas simples e o que elas representam para cada um dos envolvidos num relacionamento como pessoas.

 “Parece tão irracional quando colocado dessa forma: Minha esposa me deixou porque eu deixo louças na pia, né? Na verdade, parece ridículo, e me deixa como uma grande vítima na história do nosso divórcio.

Sempre estamos preparados para apontar o dedo para explicar aquilo que não deu certo, eximindo-nos de nossa culpa, é do ser humano. A gente se justifica: “isso aconteceu por conta disso, daquilo”, nunca por minha culpa. Mas se algo de ruim no relacionamento ocorreu, nunca a culpa é de um dos dois só.

Sim, as vezes eu deixava copos na pia limpinha, recém organizada por ela, a centímetros de distancia da maquina de lavar louças. Tenho ciência que era só abrir a máquina e colocar o copo lá dentro. Não ia doer em mim fazer isso, mas o fazia por que nunca me importei se a pia estava ou não vazia. Aquilo nunca significou absolutamente nada para mim.

A cada copo que eu deixava na pia limpa, ela mudava um pouco mais. A cada copo na pia, maior a proximidade do nosso divorcio. Mas eu não imaginava isso. Eu, de forma teimosa, tentei fazê-la ver as coisas do meu jeito, sobre a minha ótica, de que aquilo não era nada para brigarmos ou esfriarmos nossa relação.

O fato é que os homens não são crianças, apesar de muitas vezes se comportarem como tal. Para o homem é muito importante o sentimento de respeito pelos outros. Sentir que sua esposa o respeita é essencial para que vivam uma vida com um propósito e significado.

 Talvez eu tenha achado que minha esposa devesse me respeitar pura e simplesmente pelo fato de termos assinado um papel de casamento, ou jurado amor eterno. Pensando assim, me poupei de ser merecedor do respeito dela, já que tinha virado obrigação. Mas do fundo do meu coração, nunca associei colocar copos sujos na máquina de lavar louças a conquistar o respeito de minha esposa.

A relação estava justamente no quanto aquele copo sujo na pia limpa era um ato de desrespeito ao que ela acabara de fazer. Me lembro dela dizendo o quão exaustivo era para ela toda hora ficar me dizendo o que fazer. E eu complementava: “Se você me disser o que você quer que eu faça, eu vou fazê-lo com prazer .”

Mas ela não queria ser minha mãe. Ela queria ser minha parceiro, e ela queria que eu a aplicasse todas as minhas capacidades de inteligência e de aprendizagem para o dia a dia de nossas vidas e das famílias.

Ela queria que eu percebesse todas as coisas que precisavam ser feitas (como ela dizia que sempre o fazia), e elaborasse o meu próprio método de gerenciamento destas tarefas.

Quando escutava essas coisas, aquilo me parecia tão irracional…

 Homens podem sim ajudar

Homens vivem inventando máquinas que podem voar em segurança. Estabeleceram a órbita solar e transplantam órgãos. Homens são bom em COISAS, em descobertas racionais, mas são em geral péssimos nessa parte intuitiva, psíquica, e não temos precisão nenhuma em prever como nossas esposas podem se sentir perante alguma situação, porque as respostas emocionais de ambos os sexos tendem a diferir dramaticamente.

“Mas, Matt! Por que raios você deixava o copo na pia limpa ao invés de colocá-lo na máquina de lavar?

Por várias razões:

1.      Eu poderia querer usá-lo novamente.

2.      Eu não me importo se tem um copo na pia, a menos se houvessem clientes a caminho (no caso, na empresa).

3.      Eu nunca vou me preocupar com um copo na pia. NUNCA. É impossível. Aquilo para mim e nada é a mesma coisa.

4.      Há apenas uma razão pela qual eu começaria a me importar com um copo sujo na pia limpa. A lição pela qual aprendi muito tarde: Porque eu amo e respeito minha parceira, e se isso realmente importa para ela, por que não fazê-lo? Entendi que, eu gastar 4 segundos da minha vida para deixar o copo sujo dentro da maquina de lavar poucas significaria que eu respeito os pensamentos e opiniões dela. E partir disso, o respeito/admiração dela por mim estaria a bons passos de ser reconquistados.

 Se voce parar para analisar, não trata-se simplesmente de um copo sujo, de uma coisa banal e sem valor. Olhe profundamente e verá que para ela, pode ser um ato de amor, de compreensão. Se amor é sacrifício, e se estou mudando uma atitude por ela, gastei 4 segundos por esse sacrifício de amor. Agora fala sério gente! Quatro segundos? Isso não parece ser o tipo de coisa mais complicada para fazer (e agradar) a pessoa que mais se sacrificava diariamente por mim e pela nossa família.

Eu não tenho que entender o porque ela se importa com a porcaria de copo sujo.

Eu só tenho que entender e respeitar o que a faz feliz. Em seguida, preocupar-me com ela = colocar vidro na máquina de lavar louça.

Cuidar dela = retirar minhas roupas espalhadas no chão.

Cuidar dela = não sujar o chão que ela trabalhou duro para deixar limpinho.

Cuidar dos meus familiares= começar a observar coisas pequenas, talvez sem importância para os homens, mas que para ela pode significar um tempinho a mais para apenas relaxar um pouco e não se preocupar com nada.

Cuidar dela = “Querida, você quer que eu traga alguma coisa para casa (em meu caminho de volta do trabalho)? ”

Cuidar dela = fazer um milhão de pequenas coisas que dizem “eu te amo” muito mais do que falar essas palavras.

Sim, é simples assim.

O homem capaz de mudar seu comportamento, com coisas simples, que interrompem segundos de sua vida, mesmo sem entender o porque mudar, ou mesmo não concordar com isso (mas fazer), está construindo um processo para um sólido relacionamento.

Os homens querem lutar pelo seus direitos de deixar o copo sujo lá. De lavar quando bem entender ou esperar que ela o faça.

 Homens costumam a pensar: Poxa vida, esposa! Me sacrifico muito por você, pela família, e você vem encrencar por uma porcaria de copo sujo na pia?

 Quando pensar assim, lembre-se que aquele pequeno copo sujo e idiota demora 4s para ser solucionado. Isso vale a harmonia do seu relacionamento? Você quer ter uma noite pacífica ou prefere debater por conta desse pedaço de vidro?

(…)

Um homem nunca tem a intenção de se divorciar de sua esposa porque ela está irritada com sua louça suja. Ele quer que ela concorde com ele, sob sua perspectiva, do quão idiota é aquele copo sujo. Ele espera que ela reconheça isso e concorde com ele, deixando aquele copo lá, para depois.

Porém, ela nunca concordará com essa visão masculina. A situação do copo sujo  representa qualquer atitude que ela sofra em que ela se sinta desvalorizada e desrespeitada pelo marido.

A esposa, por sua vez, também não quer se divorciar de seu marido porque ele deixa copos sujos na pia.

Ela quer divorciar-se dele porque ela se sente como se ele não a respeitasse ou a valorizasse, o que sugere que ele não a ama, e ela não pode contar com ele para ser seu parceiro ao longo da vida. Ela não pode confiar nele. Ela não pode estar segura com ele. Assim, ela deve procurar uma nova situação em que ela possa se sentir segura, valorizada, respeitada e feliz.

Em teoria, o homem quer ganhar esta luta, porque ele acha que está certo (o que eu concordo totalmente): O copo sujo não é mais importante do que a paz conjugal.

Aí muitos me responderiam agora: Se sua esposa pensasse e sentisse como você, ela daria uma chance para que se resolvesse sobre este tema. Infelizmente, a maioria dos caras não sabem que ela não está brigando pelo copo sujo. Ela está lutando por reconhecimento, respeito, valorização e amor próprio.

 (…)

Descobri tarde, como disse acima. Mas hoje me sinto na obrigação de ajudar um homem a solucionar qualquer situação que remeta a essa do copo sujo, em que esteja PROFUNDAMENTE ferindo sua esposa e fazendo-a sentir triste, sozinha, não amada, abandonada, desrespeitada, insegura, etc. … É tão difícil para os homens aceitar que nossa argumentação que pode ser solucionada em segundos, não tem uma raiz tão emocional como a delas?

Pense nisso: Tudo muda para sempre”.

 Texto bom para refletir, né? É realmente muito difícil para os homens entenderem o quão chateadas as mulheres ficam com esse peso de responsável pela ordem do lar que carregamos. E o quão não valorizadas somos por lavar TODA a pia, ao ponto de um copo ser um motivo tão grande de discussao!

 Uma pena que o Matt tenha percebido isso só após o divórcio! Gostei muito da pureza dos sentimentos que ele expôs.

Créditos: Mamãe Plugada

Tairine Vieira, 23 anos, mãe, curitibana, viciada em Grey’s Anatomy e ariana. Não tenho preconceitos com músicas, filmes ou qualquer coisa que seja. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada, por isso estou aqui. Certa vez analisaram minha caligrafia, e disseram que a letra não encosta na linha porque eu sonho demais, o que é verdade, afinal, pés no chão, não é comigo. Eu acredito que o ser humano é movido a paixões, amores e sonhos. Tenho um enorme defeito, rir de tudo que não posso e na hora errada. Costumo me dar ao luxo de passar os domingos de pijama vendo séries e filmes o dia todo. Sou fissurada em fotografias, e amo enxergar a simplicidade nos pequenos detalhes.

24 setembro 2015

O SUSTO E A ALEGRIA MATERNA

Oi, gente. Tudo certinho com vocês? Eu espero que estejam muito bem.

Recebi o convite de escrever aqui no blog, e fiquei muito feliz em poder compartilhar com vocês um pouquinho da minha vida, meus gostos e sonhos. Fiquei super indecisa sobre o que escrever em meu primeiro post. Aí pensei, por que não escrever sobre o meu amor maior? Contarei para vocês hoje sobre meu lado materno.

Eu descobri que estava grávida com 4 meses de gestação.  Creio que estejam  se perguntando: como assim? E os sintomas?

Eu  desconfiei que estivesse com cisto ou algo do gênero, pois ao caminhar eu sentia uma dor e um peso terrível no pé da barriga. Quando consultei um médico, ele me avaliou e com cuidado disse: Tairine, você está grávida, e pelo tamanho do seu útero está com uns 4 meses. Lembro que eu congelei, senti uma onda de calafrio percorrer pelo meu corpo, e eu caí na risada e disse que era impossível, pois eu estava menstruando normalmente e também não tinha nenhum sintoma de gravidez.  Mas não tinha como eu contestar um médico, então eu peguei a guia para solicitar um ultrassom e verificar se estava tudo certinho com o bebê. Quando eu saí da sala dele, entrei em choque. É como se tirassem o chão sob meus pés, afinal, eu tinha acabado de terminar meu namoro, tinha 22 anos e não tinha nada na vida ainda, como é que eu, logo eu poderia estar grávida? Saí do consultório médico e fui ao supermercado e liguei para minha mãe, desesperada, quando ouvi sua voz no outro lado da linha, eu tive uma crise de choro e não conseguia parar, é como se eu pudesse colocar todo o desespero em minhas lágrimas, depois de uns minutos eu  falei entre soluços e lágrimas: mãe, eu tô grávida. Recordo que naquele instante, parecia não haver nenhuma pessoa no supermercado, era apenas eu sozinha ali, com um celular no ouvido, aguardando por uma resposta da pessoa a qual eu sabia que poderia contar. Ela tranquilamente disse: filha, vai ficar tudo bem, se acalme, venha para casa e não se preocupe, isso não é o fim do mundo. O mais engraçado, é que por dentro eu estava desesperada e angustiada, mas por fora eu aparentava estar tranquila, eu não tinha nem sinal de barriga, e não me sentia gravida.

Se em algum momento passou em minha cabeça abortar? Sim! Mas foi um momento tão passageiro, tão rápido que evito lembrar. Eu sempre fui contra o aborto, e pensei, quem sou eu para tirar a vida de um ser eu estou gerando?

No dia seguinte, eu tinha pela frente uma difícil tarefa a ser feita, falar com meu ex-namorado, e correr atrás de pré-natal, o qual eu já estava atrasadíssima. E lidar com o fato de me aceitar gravida.

Quando contei ao Rodrigo que eu estava grávida, ele não quis aceitar a ideia, foi o primeiro momento em que meu chão caiu, o segundo momento, foi quando meu pai  parou de falar comigo ao descobrir a gravidez. O que mais doeu? Não sei dizer até hoje. Foram dores diferentes, eu sabia que poderia criar um filho sozinha, mas eu não queria, e sabia também que um dia meu pai me trataria normalmente, que para ele foi um susto saber que eu estava gravida. Todos reagem de alguma forma, e eu teria que lidar com isso.

Fui a um show com minha melhor amiga, e a convidei para ser madrinha do bebê. Minha mãe comprou o primeiro sapatinho vermelho... Os dias foram passando, e enfim, eu e o Rodrigo nos entendemos e decidimos ficar juntos, nós compramos os móveis para nossa casa, meu pai voltou a falar comigo, fiz o primeiro ultrassom e soube que eu estava esperando uma menina, escolhemos o nome, fiz meu chá de panela, comprei o  enxoval, e arrumamos com carinho o quarto da nossa pequena Maria Clara. Demorei quase dois meses para postar uma foto da minha barriga nas redes sociais, a surpresa das pessoas foi tanta, que eu fiquei sem saber lidar com tantas perguntas e também felicitações.

Quando estava quase no fim da minha gestação, descobri que estava com gravidez de alto risco, fiz diversos exames para sempre verificar se estava tudo bem comigo e com a Maria Clara. Eu estava  quase completando 42 semanas,  e a Maricota não queria vir ao mundo de maneira alguma, quando enfim comecei a sentir contrações. Era 23h do dia 5 de Abril de 2014.

Durante toda a minha gestação, eu li muito sobre maternidade, e enfiei em minha cabeça que eu aceitaria fazer parto normal, porque não queria ter várias camadas de pele cortadas, e diversas outras coisas que eu achava que era aquilo e ponto final. É engraçado quando somos mães de primeira viagem, temos uma opinião e parece que nada no mundo nos fará mudar de ideia. Eu fui para a maternidade, e fiquei sedada por 4hr, eu delirava de dor, e em certo momento a médica foi verificar a minha dilatação e disse para a enfermeira preparar a sala urgente, pois eu havia perdido todo o liquido amniótico.

Eu queria naquele momento poder voltar ao tempo, não queria que a Maria Clara nascesse, pois eu sabia que não estava preparada, queria que alguém estivesse ali comigo me dando apoio, queria poder parar de sentir tanta dor, em certa altura eu até prendia o ar, pois respirar me causava dor. Eu não consigo entender até hoje porque as pessoas que falam que esse momento é mágico. É incrível saber que você está dando a vida à alguém, mas é terrível saber que pra isso, você sente dores que parece vir da alma.

Fiz uma cesariana de emergência, e fiquei ciente todo o momento, e quando a Maria Clara “nasceu” eu ouvi: o cordão está enrolado no pescoço dela. Ela estava quase entrando em sofrimento fetal. A enfermeira pegou a minha pequena princesa e a levou as pressas para uma salinha ao lado. O anestesista que estava comigo, tentava me tranquilizar, mas a Maria Clara não chorava, creio que foram os dois minutos mais longos da minha vida. E novamente tudo o que eu queria era ter alguém ao meu lado para me dizer que tudo ficaria bem, ouvir alguma voz familiar para saber que aquilo tudo o que estava acontecendo passaria e ficaria bem. Quando enfim ela chorou, eles a trouxeram para mim, Maria Clara estava roxa azulada, eu não conseguia chorar, eu fiquei em choque.  Colocaram aquele serzinho minúsculo pesando 2.800kg, em cima do meu peito. Lembro que ela “olhou para mim” , me levaram para o quarto com ela ali enroladinha ainda em um cueiro, e com uma toquinha. Eu não consegui sentir todo aquele amor imensurável o qual eu ouvia as outras mães dizerem, o que eu senti foi medo. Medo por não dar conta de um serzinho tão pequeno e frágil, medo por ser uma péssima mãe, medo por eu fazer algo errado à ela sem eu querer, eu mal sabia cuidar de mim mesma, eu nunca tinha pegado um recém-nascido no colo, e nem me imaginava mãe... Foram tantos pensamentos que rondaram minha cabeça que eu não sabia nem como agir.

Maria Clara nasceu tão pequenina que parecia ser prematura, as roupinhas ficavam enormes nela, eu pude amamenta-la durante apenas um mês, pois ela nasceu com problema de sucção, o que a impedia de conseguir sugar o leite do meu peito. Ela chorava de um lado, e eu do outro. Com os dias passando eu renasci da minha própria filha, eu aprendi com ela a ser melhor, a não ser egoísta e a pensar em outra pessoa antes de pensar mim mesma.

É incrível como um serzinho tão pequenino pode mudar a vida de alguém completamente. Ninguém conta o quanto é difícil você amamentar um bebê, ninguém conta em como é cansativo ficar acordada madrugada adentro, esperando sua bebê terminar de mamar para fazê-la arrotar. Também não contam em como é estressante, em como nos sentimos, em como ficamos horríveis, em como as unhas do bebê crescem tão rápido que você cansa de cortar. Não contam em como é chato a dieta, e como é complicado criar uma nova rotina com uma criança em casa, não contam nada....  Têm tantos livros de experiências maternas por aí, mas só você sendo mãe para entender,  aprender e dar valor na sua própria mãe.

Desde o inicio eu fotografei a Maricota a cada minuto, aproveitei cada cheirinho, cada apertinho da mãozinha minúscula em meu dedo, aproveitei cada banho, preparei com amor e primeira papinha, e cantarolava com amor musiquinhas para ela, fiquei emocionada com o primeiro passo, primeira vez que ela disse mamãe.  E ainda assim sinto tantas saudades. Maria Clara hoje tem 1 ano e 5 meses, e é a pessoinha mais gênio forte, inteligente e linda que conheço. O mundo pára toda vez que ela me abraça, me beija e me chama de mamãe.

Fiz uma carta e espero entregar para a Maria Clara quando ela fizer 10 anos, e o meu sonho de mãe? Ser para a Maricota, o que minha mãe foi e ainda é para mim. Afinal, não existem coisas melhores do que lembranças da infância. Quero que minha filha tenha lembranças tão boas quanto as minhas. Quero que ela se lembre sempre de eu brincando com ela,  de casinha, de boneca, quero fazer desenhos para ela pintar, quero assistir com ela os desenhos que ela gosta, quero ser uma mãe presente e amiga.

E como todas as mães, me sinto culpada, por muitas vezes ter negado um colo, ou algo assim, talvez seja coisa de mãe mesmo, sempre sentir que deve algo para o filho, e está em falta em alguma coisa.

Minha vida mudou por completo, hoje sou casada, mãe, e toda a minha vida passada não pássa de uma mera lembrança boa. Os amigos que eu achei que tinha, se afastaram e ficaram apenas os verdadeiros, os que entendiam que ao invés de poder sair em um sábado, eu tinha roupa de bebê para lavar. Filho de certa forma é um divisor de águas na vida de uma mãe.

Se eu desejo ter outro filho? Com toda a certeza do mundo!

Eu posso me arrepender de várias coisas as quais já fiz, mas jamais me arrependerei de ter sido mãe.

É incrível como quando algo que não estamos preparados acontece em nossas vidas, achamos que será o fim do mundo, mas na verdade é só um novo inicio, um novo ciclo, um novo caminho, e para mim, uma nova vida.

Hoje vejo que passei por tudo e estou firme e forte, o susto da gravidez passou, e hoje tenho uma companheira linda e gordinha pra chamar de minha.

Maternidade - Mãe de Primeira Viagem

Gente, hoje contei para vocês um pouquinho sobre meu lado materno. Me contem se gostaram de saber sobre esse meu lado de mãe.

Espero por vocês semana que vem, com um post incrível

Beeeeijos. ♥


Tairine Vieira, 23 anos, mãe, curitibana, viciada em Grey’s Anatomy e ariana. Não tenho preconceitos com músicas, filmes ou qualquer coisa que seja. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada, por isso estou aqui. Certa vez analisaram minha caligrafia, e disseram que a letra não encosta na linha porque eu sonho demais, o que é verdade, afinal, pés no chão, não é comigo. Eu acredito que o ser humano é movido a paixões, amores e sonhos. Tenho um enorme defeito, rir de tudo que não posso e na hora errada. Costumo me dar ao luxo de passar os domingos de pijama vendo séries e filmes o dia todo. Sou fissurada em fotografias, e amo enxergar a simplicidade nos pequenos detalhes.

12 agosto 2015

VÍDEO | VIDA DE CASADA

Oi gente! Hoje tem vídeo novo onde eu respondo as perguntas da Tag Vida de Casada. Eu pretendo abordar mais temas como relacionamentos, casa, família, etc... E como sempre me fazem perguntas relacionadas à casamento, decidi começar com essa tag pois acho que já responde muitas dúvidas.

São 7 perguntas relacionadas ao dia a dia no casamento... A tag é rápida e bem objetiva! 

Quem quiser saber quais as minhas respostas para as perguntas abaixo é só clicar no play!
  1. Há quanto tempo está casada?
  2. Como foi o início do casamento? Foi fácil ou foi difícil?
  3. Sentiu falta da família, dos amigos, da vida de solteira em geral?
  4. O que você mais gosta da vida de casada?
  5. O que você menos gosta da vida de casada?
  6. Quem faz o trabalho doméstico?
  7. Qual o maior aprendizado do casamento?

Se você gostou desse vídeo, INSCREVA-SE ♥




Obrigada por assistir! Super beijo. Fiquem com Deus!




Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos.
1 Coríntios 7:14
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